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Quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

"Caminhos da Palhaçaria" tem locais que receberão oficinas divulgados

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Todas as oficinas são gratuita e estão com inscrições abertas

Proposto por Caroline Severiano (Palhaça Severina) e contemplado pelo Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (PROAC), o projeto “Caminhos da Palhaçaria”, que terá em inicio em março, teve seus locais de realização divulgados esta semana. As quatro oficinas, que serão ministradas por Silvia Leblon, Lu Lopes e por Alício Amaral e Juliana Pardo (Cia. Mundu Rodá) acontecem em Salto nos seguintes locais: Centro de Artes, Educação e Lazer (CAEL) na Rua 9 de Julho, 1760 e também na Sala Palma de Ouro no Centro de Educação e Cultura (CEC).

O primeiro local, gerenciado pelo também ator, Renato Bispo, recebe nos dias 5, 6 e 7 de março, das 19h às 22h, a oficina “Autonomia criativa: a dramaturgia autoral como ferramenta para a diversidade conceitual” com Lu Lopes (Palhaça Rubra). Além desta, o CAEL volta a ser palco de mais uma atividade, desta vez, sendo a Oficina de Montagem de Cortejo Cênico Musical com a Cia. Mundu Rodá. A oficina ocorre nos dias 20, 21, 22 e 23, das 19h às 22h e no dia 24 das 9h às 12h.

Já na Sala Palma de Ouro ocorrem outras duas vivências. A primeira nos dias 3 e 4, das 9h às 18h, é a oficina “Corpo, Estado e Criação no Jogo do Palhaço” com Silvia Leblon. Na sequência, nos dias 10 e 11, das 9h às 17h, a Cia. Mundu Rodá realiza o “Treinamento do ator/dançarino a partir das danças tradicionais brasileiras”.

Todas as oficinas são gratuita e estão com inscrições abertas até o dia 16 de fevereiro. Para se inscrever, os interessados devem um email contendo o assunto com o nome da oficina desejada, nome completo, telefone, cidade e email, além de anexarem uma carta de interesse e um breve currículo para severinapalhaca@gmail.com. O resultado das inscrições será publicado no dia 20 de fevereiro na página da Palhaça Severina no Facebook: facebook.com/severinapalhaca.

“Essa é uma oportunidade incrível na história da palhaçaria da região uma vez que os artistas convidados são grandes pesquisadores com muita bagagem para compartilhar conosco. É um desejo muito grande que essa arte possa crescer em nossa cidade. Inscrevam-se, todas as oficinas são gratuitas”, convida Caroline, idealizadora do projeto. “Caminhos da Palhaçaria” é realizado pelo PROAC e pelo Governo do Estado de São Paulo e conta com produção da Palhaça Severina. Além destes, o projeto conta com o apoio do Salto Plaza Hotel, Restaurante Scallet, CAEL, e Colégio Sapo Cururu.

Oficinas

Na primeira atividade, ministrada por Silvia Leblon, busca-se trabalhar, a partir de jogos e exercícios corporais específicos, o estado de vulnerabilidade próprio do palhaço e outros estados pelos quais ele, o palhaço, possa transitar, explorando e ampliando os recursos pessoais para a criação, brincando com o corpo, objetos e vestimentas. Para esta oficina foram destinadas 15 vagas destinadas à palhaços/ palhaças e atrizes/atores.

Por sua vez, Lu Lopes, buscará em três dias, desenvolver práticas de conexão com a sensibilidade, a percepção e a disponibilidade cênica em prol de um mergulho criativo. O processo envolve integração do grupo, apresentação dos integrantes, desenvolvimento do processo, produção e apresentação artística.

Ao final, a proposta visa uma avaliação coletiva sobre a experiência vivida e uma reflexão sobre o saber gerado. 15 vagas destinadas à palhaços/ palhaças e atrizes/atores.

Dando continuidade ao projeto, no workshop “Treinamento técnico do ator/palhaço a partir das danças tradicionais brasileiras” serão trabalhados diferentes elementos selecionados de danças tradicionais brasileiras como o Cavalo Marinho, Maracatu Rural e Caboclinho, buscando destacar os princípios físicos que fundamentam estas danças. Estes elementos, sistematizados pela Cia. Mundu Rodá permitem a criação de um treinamento técnico pessoal para o trabalho do artista interprete. São 20 vagas destinadas à palhaços/ palhaças, atrizes/atores e dançarinas/dançarinos.

Já para o Cortejo Cênico Musical, a Cia. buscará explorar o teatro físico e a dança, além de estruturas musicais, toques de instrumentos, corporeidades e evoluções coreográficas de Danças Tradicionais Brasileiras.

No primeiro momento a atividade tem o objetivo de mergulhar nos principais elementos que constituem algumas danças tradicionais e posteriormente utilizar estes elementos para a formação de um cortejo cênico musical em espaços não convencionais.

De acordo com Alício Amaral e Juliana Pardo, fundadores da Cia. o foco da oficina está na musicalização do ator/dançarino, na potencialização do corpo-musical em cena e na utilização da arquitetura de espaços não convencionais para realização do cortejo. 20 vagas destinadas à palhaços/ palhaças, atrizes/atores e dançarinas/dançarinos.

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